O São Paulo entra em campo, nesta quarta-feira, às 20h (de Brasília), para o clássico diante do Palmeiras, no Allianz Parque, com quase nenhuma pressão, seja da torcida ou da diretoria. Isso porque o Tricolor já tem vaga na Libertadores de 2024 e mantém boa distância da zona de rebaixamento.

Desta maneira, a equipe comandada por Dorival Júnior tem a possibilidade de deixar toda a responsabilidade para o adversário e jogar o seu jogo com paciência. E, caso consiga sair com a vitória, ainda pode inflamar a crise em um dos seus maiores rivais.

O Palmeiras vive uma turbulência após a queda na Libertadores para o Boca Juniors. Protestos da torcida contra a presidente Leila Pereira e a diretoria viraram rotina no estádio alviverde.

Mesmo após a vitória sobre o Coritiba, no último domingo, torcedores foram à porta do Allianz Parque na última segunda-feira para pedir a saída de Leila e protestar contra conselheiros.

Todo esse cenário do vizinho faz o São Paulo ter um combustível a mais para aumentar a crise rival e buscar a primeira vitória fora de casa no Brasileirão. O Tricolor soma seis empates e sete derrotas como visitante.

O retrospecto recente da equipe conta a favor. Na última vez que o São Paulo foi ao Allianz Parque, venceu por 2 a 1 e garantiu a classificação para as semifinais da Copa do Brasil.

Outro trunfo é o histórico recente de Dorival em clássicos. Desde que voltou ao São Paulo, o técnico esteve no banco em oito jogos do tipo e venceu cinco – só foi derrotado duas vezes. Um aproveitamento de 66%.

Nesta quarta, Dorival não terá Pablo Maia, suspenso, e deve dar chance ao uruguaio Gabriel Neves no meio de campo. Caio Paulista deve voltar ao time no lugar de Welington após cumprir suspensão.

Com 38 pontos, o São Paulo ocupa a 10ª colocação do Campeonato Brasileiro.

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