Luciano e Calleri vivem um momento de alta com a camisa do São Paulo. E isso faz com que clubes de todo o mundo voltem os olhos para a dupla. Com a proximidade da abertura da janela de transferências, no início de julho, a pergunta que se faz é: eles podem ser vendidos?

A resposta neste momento é que essa possibilidade é muito remota. Luciano recebeu sondagens do Cruz Azul, do México, e do Al-Nassr, da Arábia Saudita, mas nenhuma proposta de fato chegou ao atleta. Mesmo se chegar, ele só sairia por um valor bem alto.

– Tem esse ano ainda e ano que vem de contrato. Não chegou nada para mim, nem para os meus empresários. E creio que não chegou no clube. Saiu em várias páginas que chegaram propostas para o clube. Não chegou. Espero cumprir meu contrato, a não ser que chegue essa proposta, e o São Paulo queira me vender – disse o atacante na última quarta.

A reportagem do ge apurou que se depender do São Paulo essa hipótese está descartada, a não ser que apareça uma proposta irrecusável. Pelo futebol que o atacante vem apresentando, o Tricolor não está interessado em negociá-lo.

Já Calleri é ainda mais blindado pela diretoria. O centroavante tem uma identificação muito grande com a torcida e em campo corresponde às expectativas jogo após jogo pela sua entrega e gols.

Para o argentino ser negociado pelo São Paulo apenas se uma proposta de cifras muito altas chegar. Além disso, dependeria da vontade do jogador, que já disse inúmeras vezes que tem o sonho de ganhar um título com a camisa do Tricolor.

Aos 29 anos, Calleri já atuou na Europa e não teve muito sucesso. Dessa maneira, dificilmente retornará a atuar em clubes de ponta do continente. Jogar em países menos badalados, portanto, seria somente por uma quantia considerável.

Até o momento não há nenhuma proposta para o jogador, que segue em alta com a torcida e com a diretoria. No ano passado, o São Paulo adquiriu Calleri de forma definitiva por cerca de R$ 14,4 milhões em parcelas a serem pagas até 2025.

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