O São Paulo ser a grande “pedra no sapato” do técnico Abel Ferreira não é segredo para ninguém. O próprio comandante alviverde já admitiu isso e, neste domingo, o Tricolor tem mais uma oportunidade de ser o rival indigesto do Palmeiras, podendo acabar com a invencibilidade de Endrick, Raphael Veiga e companhia na atual temporada.

O Palmeiras ainda não perdeu em 2024. Pelo Campeonato Paulista, são sete vitórias e três empates em dez jogos. Na Supercopa Rei, contra o São Paulo, o Verdão ficou no 0 a 0, sendo derrotado somente nos pênaltis, por 4 a 2.

A última derrota do Verdão aconteceu no dia 8 de novembro, há quase quatro meses, quando levou a pior contra o Flamengo, por 3 a 0. De lá para cá, contando todas as competições entre o fim de 2023 e o início de 2024, foram dez vitórias e seis empates, com 29 gols marcados e 11 sofridos.

“Sim, é verdade, o São Paulo é uma equipe histórica, com um peso terrível. Contra o Palmeiras joga sempre em sua máxima força e consegue exibições sempre muito consistentes. Eu, particularmente, não tenho tido muita sorte contra o São Paulo, acho que é a equipe que mais vezes ganha da nossa equipe desde que sou treinador, tirando a Libertadores, quando cheguei, e um ou outro momento”, disse Abel Ferreira.

De fato, o técnico palmeirense pode ter levado a pior em alguns dos confrontos decisivos envolvendo as duas equipes, como as quartas de final da Copa do Brasil do ano passado, as oitavas de final da Copa do Brasil de 2022, a final do Campeonato Paulista de 2021 e, claro, a Supercopa Rei de 2024, porém, o retrospecto é bem parelho.

Desde quando assumiu o Palmeiras, Abel Ferreira enfrentou o São Paulo 21 vezes. São sete vitórias do treinador português, sete empates e outras sete derrotas. Neste domingo, o Choque-Rei no Morumbi também será uma espécie de tira-teima.

O São Paulo trouxe dificuldades ao Palmeiras sob o comando de Hernán Crespo, depois com Rogério Ceni e, por último, com Dorival Júnior. Thiago Carpini também tem boas lembranças do único jogo que disputou contra o Verdão comandando o Tricolor. Agora, o jovem técnico são-paulino tem a missão de manter a sina de sua equipe ser a grande “pedra no sapato” de Abel Ferreira.

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