Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, o São Paulo cumpriu sua missão, venceu o San Lorenzo por 2 a 0 e está nas quartas-de-final da Copa Sul-Americana. O time foi firme, não correu riscos, impôs seu jogo e chegou ao resultado mostrando muita calma e qualidade técnica e tática.

Vamos reconhecer que não tivemos nada disso nos últimos jogos. Por isso ficamos cinco partidas sem vencer, com quatro derrotas e um empate. Mas contra o San Lorenzo o time estava concentrado, consciente da necessidade de vencer e não se desesperou em momento algum, ainda que o primeiro gol tivesse surgido no apagar das luzes do primeiro tempo. Calleri, sempre Calleri. Monstro Calleri.

É verdade que sofremos um susto, com uma bola no travessão. Mas foi só do adversário. Tivemos, também, e mais uma vez, uma arbitragem tendenciosa, que minou a defesa do São Paulo com cartões amarelos no primeiro tempo, permitiu que os argentinos se jogassem no campo a todo momento, simulando contusão, deu apenas quatro minutos de acréscimo no primeiro tempo, enfim, fez o jogo do adversário. Também derrotamos a arbitragem.

Dorival manteve o time que ele julga titular, a exceção de Gabriel, ainda sem condição de jogar o tempo integral, e teve Rodrigo Nestor em grande noite. Aliás, o time se fechou e fez uma grande partida.

Consta que houve uma reunião dos jogadores sem a presença de Dorival. Não acho que, com isso, possa parecer que o técnico perdeu o comando. Apenas avalio como algo salutar, quando um grupo se une em prol de algum objetivo maior. E esse objetivo era a classificação na Copa Sul-Americana, uma resposta que tinha que ser dada à torcida, que mais uma vez se fez presente no Morumbi com mais de 50 mil pessoas.

Não resta dúvida que essa vitória nos dará moral para a sequência, não só contra um derrotado e abalado Flamengo, domingo, pelo Brasileiro, mas principalmente para o grande Majestoso da próxima quarta-feira, quando nossa missão será a mesma que a desta quinta-feira, com a diferença que o adversário é mais cascudo. E a tensão, certamente, será ainda maior.

Mas estou feliz. Não me perco do pensamento que o que me interessa é o Brasileiro. Porém, não resta dúvida que uma vitória com classificação para outra fase de qualquer torneio, também faz bem ao meu ego de torcedor.

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