Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb, vai ser difícil chegarmos ao final de 2023. Claro, em se falando de São Paulo. Depois do título da Copa do Brasil, está um terror assistir jogos do Tricolor. Os jogadores entraram em férias e estão brincando em campo. Com isso, muitas vezes, corremos o risco de vexames.

Aliás, passamos por ele, ou já se esqueceram dos 5 a 0 para o Palmeiras? E jogos sofríveis contra Santos, Vasco, Goiás, não necessariamente nessa ordem. Contra o Fluminense, não foi diferente.

Sei perfeitamente que jogamos, quiçá, com cinco titulares: Rafael, Rafinha, Beraldo Pablo Maia e Alisson. Claro que isso pesa muito. Mas o Fluminense tinha muitos desfalques também: Nino, Felipe Melo, André, Keno e John Arias. Ou seja: empatamos em desfalques.

Mas o Fluminense, que foi campeão da Libertadores e, portanto, estaria em “férias”, jogou para ganhar, enquanto nós continuamos brincando de jogar bola (no pior sentido).

Gabriel, mais uma vez, deixou o time na mão, com uma expulsão ridícula por puro atabalhoamento e falta de técnica de um jogador que chega sempre atrasado na bola. Decisão corre do árbitro.

Porém, esse mesmo árbitro admitiu falta quase igual do zagueiro carioca em Beraldo, não dando sequer cartão amarelo, e outras inversões de faltas, jogo picado. Enfim, árbitro caseiro e de péssima qualidade.

Claro que isso não é justificativa para a derrota do São Paulo. Perdemos por conta da expulsão de Gabriel, ainda no primeiro tempo, e pela extrema ruindade de nossos atacantes. O Fluminense até que deu algumas “dinizadas” e tentou deixar o São Paulo empatar. Mas fomos e somos muito incompetentes.

Gostei da entrada de William Gomes. Me parece um jogador veloz, atrevido, que parte para cima pelos lados do campo e tem boa velocidade. Queria vê-lo m ais tempo em campo, assim como Talles Wander. Já sabemos que Juan David e Erison não servem para nada. Temos que testar esses garotos. Talvez a solução para um substituto de Calleri ou jogador veloz pelos lados do campo esteja em casa.

Domingo tem mais, Cuiabá, no Morumbi. Mais sono à vista.

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