chegou ao clube, no ano passado. Na atual temporada, mesmo com a troca de treinador, não foi diferente, mas o time teve de se acostumar a atuar sem a presença do meia-atacante desde a estreia na Libertadores, contra o Talleres, na Argentina.

Ainda no primeiro tempo do duelo com o clube de Córdoba, Wellington Rato acabou se machucando após o adversário cair sobre sua perna. Após exames complementares, o atleta foi diagnosticado com uma lesão de sindesmose no tornozelo esquerdo.

Desde então já são quase dois meses de Wellington Rato longe dos gramados. O atleta vem realizando tratamento diariamente, mas ainda não evoluiu o suficiente para ser liberado pelo Departamento Mèdico.

Rato já participa de trabalhos no campo acompanhado dos fisioterapeutas do São Paulo, mas seu retorno ainda é incerto. Embora não esteja descartada, a possibilidade de o meia-atacante ser relacionado para o confronto decisivo com o Talleres, no dia 29 de maio, no Morumbis, é improvável.

Após a partida que encerra a fase de grupos da Libertadores, o São Paulo terá pela frente o Corinthians, rival contra o qual Wellington Rato tem boas lembranças. Foi dele o gol que abriu caminho para a ida do Tricolor à grande final da Copa do Brasil no ano passado, eliminando o Timão na semifinal. Para o Majestoso em Itaquera, marcado para o dia 2 de junho, a chance de ele figurar ao menos no banco de reservas é um pouco maior.

Sem Wellington Rato, Luis Zubeldía tem utilizado André Silva e Erick como ponta-direita. Ambos possuem características diferentes das do camisa 27 tricolor, cada vez mais próximo de voltar aos gramados, mas precisando, agora, mostrar ao novo técnico que pode seguir sendo uma das principais opções do elenco, como fez com os antecessores que comandaram a equipe.

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