Amigo são-paulino, leitor do Tricolornaweb e ouvinte da Rádio São Paulo, o São Paulo, que foi assaltado pela arbitragem no choque-rei de domingo, no Morumbi, está passando a vilão da história. Tudo por culpa da bandidagem que domina o futebol brasileiro, desta vez, especialmente, do Paulista.

No jogo de domingo, Daiane Muniz dos Santos (VSR) e Matheus Delgado Candançan (árbitro) arrasaram o São Paulo. Primeiro com a não expulsão de Richard Rios, na entrada criminosa que deu em Pablo Maia. É impossível acreditar que nem Candançan nem Daiane tenha visto o lance, porque o cartão amarelo foi dado. Depois da repercussão negativa, a explicação dada pelo árbitro é de que ele não poderia dar o cartão vermelho, porque o houvera saído o gol e seria dupla punição. Uma ova. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Não foi um pênalti, que originou a marcação. Foi uma “tentativa de homicídio”, que teria que ser punida com o vermelho direto, sem o amarelo. Erraram grotescamente árbitro e VAR.

Depois no pênalti marcado pela Daiane do Rafael em Murilo. Tiveram a pachorra de analisar o lance em câmera lenta, sabedores que são que isso muda qualquer foco de interpretação. Além do mais, basta parar o lance para perceber que Rafael dá um soco na bola e, ao mesmo tempo, Murilo, que está de costas, coloca a cabeça. As mãos de Rafael atingem ambos, mas com uma fração de segundos a primeira a ser tocada é a bola. Mas a dupla dinâmica, mais uma vez, operou o São Paulo.

Aí veio o pênalti em Luciano. Se fosse um bom árbitro, não precisaria do VAR. Mas Daiane o chamou e, em menos de 30 segundos se convenceram que não foi pênalti. Mais um assalto em pleno Morumbi.

Tudo isso sem contar que Abel Ferreira e sua comissão técnica se revezaram em xingamentos à arbitragem, em ofensas, e nada aconteceu. Nosso auxiliar técnico foi reclamar e tomou cartão vermelho.

Lá fora, na zona mista, Calleri, Rafinha, Carlos Belmonte e Júlio Casares se indispuseram com a arbitragem. Júlio Casares veio à imprensa e falou o que eu esperava que o presidente do meu clube falasse. O único problema é que ele se preocupou muito em elogiar a competência e a lisura da Federação Paulista de Futebol. Poderia receber 10, mas por essa infeliz atitude vai receber 7.

Já Calleri, ofendido pelo quarto árbitro, revidou os xingamentos. Carlos Belmonte chamou Abel Ferreira de “português de merda”. E Rafinha esbravejou o quanto pode. Eles nos representam.

Agora a Federação Paulista de Futebol, aquela tida como competente e lisa, vai denunciar o São Paulo no TJD e poderemos ficar sem o Morumbi por alguns jogos, Rafinha e Calleri podem pegar suspensão e Carlos Belmonte pode ser processado criminalmente por xenofobia.

Xenofobia aonde, cara pálida? No calor de uma discussão, ofensas são trocadas e tudo é deixado de lado, porque todos estavam de cabeça quente. Mas essa merda de “politicamente correto” está acabando com nossas brincadeiras, nossas brigas, nossa vida.

As punições que se preveem contra o São Paulo mostram algumas coisas:

Sei perfeitamente que é muito difícil fazer tudo isso. O São Paulo vem sendo desrespeitado desde que Juvenal Juvêncio brigou com Ricardo Teixeira, antes da Copa do Mundo do Brasil. Agora principalmente, com uma diretoria golpista, a moral cai ainda mais.

Entretanto, é hora de uma união em torno do respeito ao São Paulo. E que a Torcida de Conduz faça a sua parte.

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